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Holding familiar vale a pena? Quando organiza e quando só gera custo
11 de março de 2026 · 4 min · Leonardo Cortese Secaf
“Holding familiar vale a pena” é a busca de quem ouviu que a holding resolve inventário, divórcio e credor. Resolve o que o mapa dos bens e das pessoas comporta. Não resolve dívida já constituída nem bem averbado em fraude.
Compensa quando há imóvel, quota de empresa, mais de um herdeiro ou risco operacional que não deve chegar na casa da família. Não compensa no patrimônio mínimo e na pressa de “blindar” depois da execução.
ITCMD na doação de quotas, ITBI na integralização de imóvel, escritura, registro e acordo de sócios entram no custo. Holding sem assembleia e sem conta própria vira papel timbrado.
Doação com reserva de usufruto antecipa a sucessão e exige mapa. Protocolo familiar fala de ingresso, dividendo e cônjuge.
A SECAF, em Ribeirão Preto, trata a holding como veículo. O mandato começa pelo retrato dos bens, não pelo modelo baixado na internet.
Texto informativo. Não substitui análise do contrato, dos documentos e do prazo do caso concreto.
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