O boleto sobe e o atendimento desce. Reajuste e cancelamento se discutem com número, cláusula e tipo de contrato. Em 2026, cirurgia, prótese e off-label continuam sendo decididos no relatório do médico assistente — não no PDF da negativa.
Individual e familiar têm teto anual da ANS.
Coletivo depende de memória de cálculo. Operadora que não entrega esconde o aumento.
Faixa etária não pode inviabilizar o idoso de surpresa.
Rescisão de coletivo no meio de tratamento oncológico é caso de tutela.
Portabilidade de carências é direito. Carta de permanência emperrada é abuso.
PME deve ler o aditivo todo ano. RH que só encaminha o boleto banca o excesso.
A decisão terapêutica parte do médico assistente. Negativa por escrito, relatório fundamentado, exames e o registro da recusa formam o dossiê da tutela. Rol da ANS é referência; não encerra, sozinho, o direito ao tratamento prescrito.