ExpertiseSaúde e convênios

Direito da Saúde

Defesa do paciente e do beneficiário em negativas de tratamento, medicamentos de alto custo e conflitos com planos de saúde, convênios e operadoras.

Quando o plano ou o convênio recusa um tratamento, um medicamento ou um procedimento prescrito pelo médico, o tempo deixa de ser um detalhe administrativo e passa a ser questão de saúde e de dignidade.

A SECAF atua para garantir a cobertura devida: tutelas de urgência, fornecimento de medicamentos — inclusive de alto custo e off-label —, cirurgias, próteses, home care e reembolso, além da reparação pelos danos causados pela negativa indevida.

O foco é o paciente e a família. A decisão terapêutica cabe ao médico assistente; o convênio não pode substituir o diagnóstico nem limitar o acesso ao tratamento necessário.

O que defendemos em Direito da Saúde

A atuação cobre três frentes que se cruzam no dia a dia do beneficiário: questões de tratamento (cirurgias, exames, internação, home care e rol da ANS), medicamentos (alto custo, off-label, continuidade de terapia e fornecimento judicial) e convênio (reajuste abusivo, rescisão unilateral, carência, CPT, portabilidade e reembolso).

Planos individuais, familiares, coletivos empresariais e convênios de categoria frequentemente usam o mesmo argumento: o procedimento não está no rol, o medicamento não tem registro para aquela indicação ou o contrato exclui a cobertura. A jurisprudência dos tribunais superiores já reconhece, em diversas hipóteses, que o rol da ANS é referência mínima — e não teto absoluto de cobertura.

Trabalhamos com urgência quando a vida ou a integridade do paciente está em risco, e com estratégia de médio prazo quando o conflito envolve reajuste, cancelamento do plano ou recusa sistemática de cobertura.

Pilares da atuação

Questões de tratamento

Negativa de cirurgias, próteses, OPME, exames, internação, home care e terapias prescritas. Combatemos a tese de que o rol da ANS esgota o direito à cobertura.

Medicamentos

Fornecimento de medicamentos de alto custo, off-label, oncológicos, raros e de uso contínuo. Pedidos de tutela para iniciar ou manter o tratamento sem interrupção.

Convênio e plano de saúde

Reajuste abusivo, rescisão unilateral, carência, CPT, portabilidade, reembolso e recusa de atendimento na rede credenciada. Defesa do contrato e do beneficiário.

Urgência e reparação

Tutelas de urgência para liberar o tratamento imediatamente e, quando cabível, indenização por danos morais e materiais causados pela negativa indevida.

Como conduzimos o caso

  1. 01

    Triagem urgente

    Avaliamos o risco clínico, o prazo do tratamento e a documentação médica. Casos com risco de vida ou de agravamento entram em rota de tutela de urgência.

  2. 02

    Prova médica e contratual

    Reunimos relatório do médico assistente, exames, prescrição, negativa formal do plano, apólice ou contrato do convênio e histórico de mensalidades em dia.

  3. 03

    Via administrativa e ANS

    Quando ainda há tempo útil, protocolamos reclamação na operadora e na ANS. Isso não substitui a ação judicial nos casos em que a demora compromete o tratamento.

  4. 04

    Tutela e ação principal

    Pedimos liminar para autorizar cirurgia, medicamento, internação ou home care. Em paralelo, estruturamos o pedido de cobertura definitiva e de indenização.

  5. 05

    Cumprimento e acompanhamento

    Fiscalizamos o cumprimento da ordem judicial, o fornecimento contínuo do medicamento e o reembolso. Ajustamos a estratégia se a operadora reiterar a recusa.

Escopo completo

Nossos serviços incluem

Atuação integrada com as práticas do escritório, sob coordenação dedicada ao seu mandato ou projeto de estruturação.

  • Tutela de urgência para autorização de cirurgias e tratamentos
  • Negativa de cobertura sob alegação de rol da ANS
  • Medicamentos de alto custo, oncológicos, raros e off-label
  • Fornecimento judicial e manutenção de terapia contínua
  • Próteses, órteses, stents, OPME e materiais cirúrgicos
  • Home care, internação domiciliar e equipe multidisciplinar
  • Cirurgias reparadoras pós-bariátrica e procedimentos prescritos como terapêuticos
  • Reajuste abusivo de mensalidade em planos individuais, familiares e coletivos
  • Rescisão unilateral e cancelamento indevido do convênio
  • Carência, CPT, doenças preexistentes e portabilidade de carências
  • Reembolso de despesas médicas e recusa de rede credenciada
  • Danos morais e materiais por negativa indevida de cobertura
  • Reclamações na ANS e representação judicial contra operadoras
  • Assessoria a famílias e empresas contratantes de plano coletivo

Por que estruturar com a SECAF

Tratamento em primeiro lugar

A prioridade é liberar o procedimento ou o medicamento. A discussão indenizatória vem em seguida, sem atrasar o que o paciente precisa agora.

Foco em medicamento e convênio

Atuação específica em alto custo, off-label e conflitos típicos de plano empresarial, familiar e convênio de categoria — não apenas em cirurgias isoladas.

Prova organizada

O processo nasce da documentação médica e contratual correta. Isso aumenta a chance de liminar e reduz idas e voltas com a operadora.

Reparação quando a recusa causa dano

Além da cobertura, buscamos indenização quando a negativa atrasou o tratamento, gerou gasto particular ou agravou o quadro do paciente.

Perguntas frequentes

O plano pode negar tratamento porque não está no rol da ANS?
Nem sempre. O rol da ANS é uma referência mínima de cobertura. Quando há prescrição médica fundamentada e o procedimento ou medicamento é necessário ao tratamento, a recusa pode ser ilícita. Cada caso depende do contrato, da evidência clínica e da urgência.
Medicamento off-label ou de alto custo também pode ser judicializado?
Sim. Quando o médico assistente justifica a indicação e não há alternativa eficaz coberta, é possível pedir o fornecimento judicial — inclusive em tutela de urgência para não interromper a terapia.
Convênio empresarial pode ser cancelado de uma hora para outra?
A rescisão de plano coletivo segue regras próprias e não pode ser usada para excluir beneficiário em tratamento ou para burlar direitos do consumidor. Analisamos o contrato, o aviso prévio e a situação clínica antes de definir a medida.
Preciso esperar a ANS antes de entrar na Justiça?
Não. A reclamação na ANS é útil, mas não é condição para a ação judicial. Se o tratamento não pode esperar, o caminho adequado é a tutela de urgência.

Negativa de tratamento, medicamento ou convênio?

Envie a prescrição médica e a recusa do plano. Avaliamos urgência, cobertura e a melhor via — administrativa ou judicial.

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